TODA GERAÇÃO É MIMIMI - Psicanalista Sandro Cavallote
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TODA GERAÇÃO É MIMIMI

Tenho visto muita gente menosprezando a dor do outro. Muito mais gente do que normalmente vemos, mesmo em clínica.

Mais do que isso: tenho visto esse tipo de comportamento se repetir em consultorias de RH, “coaches”, meios de comunicação e até entre profissionais de saúde, muitas vezes até em forma de bullying velado.

É muito triste que o discurso reducionista das redes sociais queiram colocar as pessoas em personagens, rotular ou categorizar de forma simplória pessoas com sofrimentos reais, dificuldades de criação de laços sociais e em luta pelo seu reconhecimento identitário.

Respeitar a forma de como as pessoas são em sua individualidade e singularidade deveria ser premissa básicas do humano, da relação com o próximo, da empatia.

Reagir aos fundamentos da geração anterior acontece a cada geração. Observar o ecossistema social onde a geração está inserida é importante para um olhar expansivo, relacionado ao contexto das frustrações daquele momento na história.

Quando chamam de vitimismo uma incompreensão sobre si e sobre seus afetos, é um jeito muito simplório de ver a situação da dor. Quando você, incompreendido por seus pais, se viu nesta situação, quem esteve presente quando você chorou? E quantas deram as costas?

Agora, adulto, você prefere estar presente? Ou dar as costas?

Quando foi a última vez que você realmente escutou com respeito a dor do outro?

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