GESTÃO DO TEMPO (A ANSIEDADE NA VIDA MODERNA - PARTE 3/5) - Psicanalista Sandro Cavallote
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GESTÃO DO TEMPO (A ANSIEDADE NA VIDA MODERNA – PARTE 3/5)

A obrigatoriedade da sociedade moderna é fazer mais com cada vez menos, quase um mantra corporativo. Não é nada prático do ponto de vista humano, mas como estrutura capitalista e de consumo constante faz com que estejamos sempre em nosso limite.

E um destes limites que convenientemente é esquecido pelas empresas é o tempo.

Não há como esticar o tempo. Ele é o que é, e pronto. Temos 24h por dia e é isso.

Quando os discursos focam a busca incessante por resultados e metas inalcançáveis, fica difícil a priorização do que é realmente importante para nós. A dinâmica apresentada pelo tal “empreendedorismo” é o mais atual exemplo dessa dissonância.

A perpetuação de comportamentos como “ser ocupado = bem sucedido” ressalta a fuga diária que temos de nós mesmos em função de atingir algo que nem sabe-se muito bem o quê deveria ser. Fala-se muito em resultados, mas se ir fundo nesse debate, identifica-se que não há uma definição sobre o que seria essa meta.

E perde-se o tempo. Perdem-se coisas simples e significativas que realmente fazem a diferença na existência. Que trazem prazer real para nossas vidas.

Entender que realizamos tarefas que não agregam em nada e que usamos um sentido automático na maior parte do tempo é ser consciente sobre si. A cultura da pressa gera ansiedade, stress e, em muito casos, o Burnout, que é a consequência direta da exaustão do não-prazer.

A compreensão de que para aquilo que damos atenção, também damos o nosso tempo, é fundamental para uma melhor condução das horas. Reservar uma parcela de tempo para nós mesmos é fundamental para a manutenção do cotidiano.

É difícil? Sim. Mas tudo começa de pequenos passos.

– O simples ato de Parar / Respirar / inspirar por 5 minutos é possível.

– Meditar por 5 minutos é possível e transformador.

– Deixar as telas de lado por algum tempo é obrigatório.

Não somos máquinas. Parar um pouco sempre será o primeiro passo.

“Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei… pra você correr macio…”

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